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10 detalhes que você não notou no trailer do remake de Ocarina of Time

10 de September de 2026 4 leituras
10 detalhes que você não notou no trailer do remake de Ocarina of Time

Com o primeiro trailer de gameplay do remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time, é possível enxergar o que a obra trará de diferente do original e diversos detalhes que serão inéditos até para quem jogou a versão lançada no ano de 1998.

Além do apelo gráfico e das novas mecânicas, Link verá mudanças expressivas em várias das características que faziam do título do Nintendo 64 um clássico. Ainda é cedo para estipular se é bom ou ruim, mas com certeza impactará o público.

Porém, o que mudou e o que continua a mesma coisa na aventura que inspirou toda uma geração? Afinal de contas, se você vai jogar e espera que seja similar, cairá da Epona enquanto confronta a ascensão de Ganondorf. 

Confira 10 detalhes que você não notou no trailer do remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time e veja como eles farão diferença na sua experiência:

10. Inventário renovado

De forma direta, mexer no inventário de jogos antigos era completamente absurdo. Os fãs sempre tinham de parar, abrir um menu e apertar no mínimo uns 3 a 4 botões para tarefas simples como mudar de arma, equipar uma magia e outras ações. 

No entanto, o Switch 2 fará diferente com a releitura desta obra. Assim como The Legend of Zelda: Breath of the Wild (2017) e Tears of the Kingdom (2023), chegam ao título os menus de acesso rápido — uma modernização muito bem-vinda e que adiantará a jornada de muita gente. 

 9. Mudanças nas masmorras

A Nintendo nunca disse que faria um remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time idêntico e provou isso na sua apresentação. Ainda que muitas coisas continuem no mesmo lugar, algumas mudanças bem-vindas podem acrescentar à exploração das masmorras. 

Na Deku Tree, por exemplo, é notável a troca das plataformas por uma ponte de madeira (que quebrará do mesmo modo). Também é visível a adição de elementos interativos na tela, que tornam a aventura mais intuitiva. As adições que existiam no Water Temple na versão do 3DS também retornam para o Switch 2.

 8. Enriquecimento da franquia

Um detalhe que passou despercebido por muita gente são alguns elementos espalhados por Hyrule Field — que podem não receber tanta atenção, mas escondem detalhes que enriquecem ainda mais a franquia.

Você se lembra de ver o Temple of Time em Breath of the Wild? Aqui funcionará da mesma forma, com algumas estátuas e construções que podem ter sobrevivido a eras antigas e que fazem referência a outros games da série. Quem sabe não tenha algo de The Legend of Zelda: Skyward Sword (2011) pelo caminho?

7. Limite de Rupees

Um dos aspectos que chamou a atenção no trailer de The Legend of Zelda: Ocarina of Time é que o limite original de Rupees subiu consideravelmente. No antigo, o herói podia segurar apenas 99 no início da jornada — o que, agora, foi acrescentado para 200. 

Link só alcançava este número ao expandir, com a chance de chegar a até 500 por meio da missão para encontrar as Gold Skulltula. Não foi revelado se isso pertencia apenas à build mostrada para testes ou se veremos na versão final, porém isso sinaliza uma mudança que ocorrerá nesta construção.

6. Texturas diferentes nos trajes de Link

Claramente o Nintendo 64 possuía limitações, o que impedia que o herói do tempo utilizasse roupas diferentes com características distintas. Mudar para o traje vermelho ou azul, por exemplo, só trazia a mudança na jogabilidade e cor — o que era similar até no que costumávamos ver na franquia Mortal Kombat.

Porém, é notável agora que o remake apresentará diferenças nas texturas de cada traje que será usado. No azul, por exemplo, pode-se notar símbolos diferentes no gorro e na blusa. No vermelho, durante a exploração do Fire Temple, também são mostradas variações nestes aspectos.

5. Cantarolar muda tudo

Em Ocarina of Time, você podia decorar as músicas pelos botões para tocar no seu instrumento e executar diversas ações. Na nova versão, a Nintendo adicionou a função de ouvir você cantarolar pelo microfone e o game identifica a música que deseja.

Porém, na época o título foi lançado no “mês errado”. Por chegar em novembro daquele ano, ele não foi feito para ser compatível com o Voice Recognition Unit (VRU) — que chegou apenas em dezembro de 1998. Na prática, enquanto outros títulos como Hey, Pikachu podiam usar o microfone, os fãs de Link ficavam na mão.  

4. O tempo e Majora’s Mask

Todo fã que se preza sabe que o N64 trouxe duas obras emblemáticas e interconectadas — The Legend of Zelda: Ocarina of Time e Majora’s Mask. O segundo é centrado na cidade ao redor de Hyrule Castle, com a passagem de tempo como o elemento principal da aventura.

No game original de 1998, ao entrar nela a mecânica de dia e noite era congelada. Logo, era impossível ver como as mudanças impactavam no seu decorrer. No remake, porém, você pode ver do sol ao entardecer e anoitecer no meio do distrito. Isso pode ser um aceno positivo aos fãs de Majora’s Mask ou a promessa da sequência receber o mesmo tratamento. 

3. Estabelecimentos maiores

Com uma CPU limitada em 64-bit, o console da Big N não conseguia lidar com muitas coisas, assim como os cartuchos. Para reduzir espaços, lojas e estabelecimentos de Ocarina of Time eram pequenos. Você tinha espaço apenas para ir e voltar, ver alguns itens e estava tudo resolvido.

No novo trailer, Link entra em uma loja e claramente é notada uma porta extra aberta. Isto pode levar a novos recintos, talvez com mais personagens para interagir, itens escondidos e muito mais que vão além da versão clássica. Na prática, observe atentamente tudo para encontrar coisas novas.

2. Mira em terceira pessoa

Em The Legend of Zelda: Ocarina of Time, Link usava o estilingue em determinados momentos e a câmera mudava instantaneamente para a primeira pessoa. Assim, você observava de seu ponto de vista (como um jogo de tiro) para mirar adequadamente.

Não foram reveladas as razões para a Big N mudar isso no remake, porém na releitura os jogadores ainda enxergarão Link — mesmo com o “modo mira” acionado. Manter em terceira pessoa foi uma opção justa, no entanto a mudança pode incomodar os mais saudosistas.

1. Dublagem em The Legend of Zelda: Ocarina of Time

Para seguir os padrões de Breath of the Wild e Tears of the Kingdom, a versão para Switch 2 de The Legend of Zelda: Ocarina of Time trará vozes para entregar uma imersão maior na narrativa e apresentar novas facetas para personagens que se tornaram emblemáticos.

Para completar, o Brasil foi agraciado com a localização completa em português brasileiro — o que indica que não veremos apenas menus e diálogos escritos na nossa língua, como o áudio também. 

As diferenças complementam Zelda

Ainda que alguns destes detalhes representem alterações expressivas na forma como o clássico era jogado, tudo mostra que a Nintendo ao menos se esforçou para atender aos padrões modernos e manter a experiência fiel em sua essência.

Além disso, como o remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time vai disputar mês com GTA 6, dificilmente seria obtido ao recriar a experiência em cada pequena característica. Entre os destaques, pode-se notar:

  1. Dublagem em The Legend of Zelda: Ocarina of Time

  2. Mira em terceira pessoa

  3. Estabelecimentos maiores

  4. O tempo e Majora’s Mask

  5. Cantarolar muda tudo

  6. Texturas diferentes nos trajes de Link

  7. Limites de Rupees

  8. Enriquecimento da franquia

  9. Mudanças nas masmorras

  10. Inventário renovado

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Rodapé editorial

Matéria produzida com curadoria editorial assistida por IA, a partir de pauta de canaltech.com.br.

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